- Querida, você não vai pintar sua unha pra gente viajar?
- Vou! Tu até me viu comprar o esmalte aquele dia!
- Ah é, tu comprou... Qual é a cor mesmo?
- É roxo... Roxo metálico.
- Mas Ju, o festival não é de metal, é de blues. Então tu tem que pintar é de azul!
Os anos passam e os diálogos ficam cada vez mais maravilhosos! Há!
segunda-feira, 2 de março de 2009
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Sobre os pensamentos que vêm sem pedir permissão
Penso, logo existo. Se é verdade, então, que eu parasse de existir por uns minutos (uns segundos, talvez), só pra não pensar. Aquele vazio, aquele pensamento em branco como os quadrinhos da turma da Mônica, aquilo é tão utópico que dói. Olho pro teto pra ver se o branco do mesmo entra no meu cérebro e fica lá, um momentinho, quietinho, no espaço dele, só fazendo a felicidade geral da minha cabeça, que ficaria sem trabalhar por uns instantes. Não consigo. Penso, penso, penso, penso o tempo todo. Sobre o pensar e sobre o não-pensar. Sobre o que seria de mim se eu não pensasse. Sobre como o pensar, apesar de ser involuntário, dá trabalho.
Eu queria mesmo era virar formiga. Elas não pensam (acredito eu); vai ver quando estão começando a pensar, alguém pisa nelas e pronto, paft, acabou.
Eu queria mesmo era virar formiga. Elas não pensam (acredito eu); vai ver quando estão começando a pensar, alguém pisa nelas e pronto, paft, acabou.
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